12.23.2010
All I want is you
12.22.2010
Into your arms
Yes, I do . I do love you . And I need to tell you something . Come closer, only you can hear this: I think you're incredibly beatifull . You're not just an ordinary boy, like the others . You're diferent . You're special . Yes, you are . And one more thing: the only thing I dream about, is you . You and me, just the two of us . I dream that your my prince, and I fall in your arms, just like a princess . That's my biggest dream . And guess what ? All I care about is you, just because I love you like you never been loved, or like I never loved someone, just because you're the special one .But life is life, life isn't my dream ( right now, it isn't ) . In my life I suffer, instead I smile . Just because I can't understand what you want from me . But you never see it, because when I am crying because of you I smile when you're staring at me, and when I'm hurt, because of you to, I laugh, and when the things go wrong and think "that's all right, for the next time it will be okay ." but it never does . I think in a script to tell you about my feelings but when I'm near you all goes away running as fast as it can . And I blush, becuase I love you so fucking much .
And in the end of the day it turns funny . If you repair I am the girl who hides her broken heart with the biggest smile you've ever seen . I am the girl who has always been there for you . I am the girl that greets you with a high five or a big bear hug . And all you do is smilling to me, like a little boy shy who likes a girl but is embareced because he's afraid .
So understand something very clearly :
I am the girl .. who will love you forever .
Into my arms - The maine
12.17.2010
Stop & Stare
Photography Graphics
"Um dia, serás meu . "
"Um dia, digo-te o quanto te amo . "
"Um dia, beijo-te a meio de uma frase ."
"Um dia, abraço-te e nunca mais te largo ."
"Um dia, dia pego em ti e desaparecemos ."
"Um dia, deixamos de ser eu e tu e passamos a ser nós ."
Promessas esquecidas e adiadas de dia para dia . Presas em celas imundas nos confins das nossas mentes, que diariamente fazem motins dentro dessa prisão para serem libertadas e cumpridas .
Palavras impregnadas de desejo .
Apenas promessas . Acabam por ser esquecidas na longa e vasta linha do tempo, com o que vai surgindo de novo . Mas o desejo permanece .
"If you make a promise to your self, you have to keep it no matter what ."
12.04.2010
When its time to say 'I love you'
não esperava nada disto, mas pronto, fui . Era natal, as ruas por onde passavam gritavam numa sintonia desarcertada todas aquelas músicas natalícias desde o tempo da nossa avó, num tom esganiçado enfadonho e irritante . As pessoas apressadas a ver as montras das lojas da baixa à procura do presente indicado para a família e amigos . Já me tinha habituado ao frio, agora saía de casa e não me arrepiava, sentia um calor estranho, não calor de Verão, não o calor do quarto aquecido, nem dos lençóis de manhã, sentia-me quente, estranhava não ter frio . Percorria aquelas ruas duma cidade relativamente pequena, sem qualquer coisa de relevante, tinha descoberto no mês anterior que até tínhamos um museu municipal, mesmo assim, não sei bem como, ainda me conseguia perder .
Cheguei ao parque, e sentei-me no banco onde nos costumamos encontrar . Passou meia-hora e não vi chegar ninguém, Ia-lhe mandar mensagem a perguntar o que é se tinha passado e vi um rapaz a chegar. "OH MEU DEUS ! " foi o meu pensamento . Era ele (!)
- Hm, olá !
- O que é que estás aqui a fazer ?
- A Margarida mandou-me mensagem a dizer para vir ter com ela, disse que precisava de falar comigo urgentemente . E tu ?
- A mesma coisa . Mandou-me uma mensagem, e disse para eu vir para aqui, mas ela ainda não apareceu .
E de repente, "fez-se luz" (!) O meu corpo parecia que tinha levado um choque eléctrico de mil voltes .
- Sabes que ela não vem, não sabes ?
- Acabei de perceber isso .
- Desculpa , eu não sabia que ela ia fazer isto . A sério .
- Não faz mal .
O silêncio harmonioso e reconfortante instalou-se durante uns minutos . Estávamos sentados lado a lado, num banco enquanto observávamos as pessoas que passavam sem produzir um único som, até que ele falou :
- Olha .
Virei a cara, e num ápice os nossos olhares encontraram-se . Olhámos bem um para o outro, e foi aí que eu soube, era a ele que queria . Mais ninguém, e arranjei corajem e disse :
- Tell me when it's time to say I love you .
- Eu amo-te .
12.03.2010
This is war
I believe in nothing, not the earth and not the stars.
I believe in nothing, not the day and not the dark.
I believe in nothing, but the beating of our hearts.
I believe in nothing, 100 suns until we part.
I believe in nothing, not in satan, not in god.
I believe in nothing, not in peace and not in war.
I believe in nothing, but the truth of who we are."
11.30.2010
thinking of you
É só mais um dia normal . a rotina apodera-se de todos os meus movimentos ; sei o que tenho de fazer ; o que tenho de sentir ; quando e onde ; porquê e como ; o e em que pensar ; o que falar.
é básico. nada fora do normal. limito-me a passar, a andar, o mais demoradamente possível por onde tu te encontras sentado muito pacificamente junto com os teus amigos . passo, e olho pelo canto do olho para ti . é uma coisa mágica . é simplesmente fascinante . a minha reacção é tal e qual a de um desenho animado: dou por mim a tremer, dos pés à cabeça, sinto-me tão nervosa, tenho medo de te desapontar, não sei bem como nem porquê, a palpitação do meu coração torna-se tão forte que a consigo sentir no meu cérebro, que funciona como que à manivela, pondo em causa todas as hipóteses que tenho . eu reparo, é também por isso que demoro tanto tempo a passar, sei que tu também olhas, e os teus amigos, reparam. rio-me da minha própria figura . é triste. é o estereótipo de menina pequenina apaixonada, todos conhecem o que acontece e as suas reacções, é completamente previsível .
Pego num papel e numa caneta, e escrevo sem um fim definido . escrevo palavras que me vão surgindo , não tendo nexo nenhum com aquilo que quero e tento expressar . chama-se a isso divagar . divagar sobre o nada . é isso que andamos cá todos a fazer . divagamos sem ter qualquer coisa de concreto para falar . mas eu tenho .
tenho, e sei o que é . porque invades a minha mente de uma maneira que parece que sabes todos os códigos que a minha mente guarda para si mesma . descodificas tudo . vagueias pelas ruas moribundas dos meus pensamentos, sem rumo, apenas com o objectivo de "ganhar uma aposta" que fizeste em que disseste que conseguias atravessar todos os meus pensamentos cortando-me de rompante a minha linha de raciocínio.
não vou dizer que quero que essas tuas invasões silênciosas acabem . não quero . eu gosto. é reconfortante , quando estou a tratar de algo sério , preciso de me animar , o teu rosto passa-me à frente dos olhos - quer eu tenha pedido quer não - como se eu tivesse ingerido qualquer substância que me fizesse delirar , e reflito bem naquilo que vejo . reparo em cada linha sinuosa e perfeita da tua face bem delineada e morena .
with just one thought about you , you can change my whole day to much better .
11.24.2010
Tell me baby

Eu apenas queria que ouvisses pela minha boca; pelas minhas palavras; pela minha voz . queria que soubesses pela fonte mais segura aquilo que está à vista de todos . aquilo que eu se que tu queres ouvir. o esperado "Eu amo-te." que eu estou certa. que tu também estás certo . Vai tudo para um Universo paralelo . onde as minhas palavras encontram as tuas . aquelas que tu também não consegues dizer . o esperado "Eu também te amo." foi para lá . Deixam-nos aos dois,aqui, um à espera que o outro diga, para retribuirmos o sentimento . o único sítio onde digo aquilo que quero, e ouço o que mais desejo, é nos sonhos . Durante toda a noite, todas as noites, todas as semanas, os meus lábios encontram os teus . e tu abraças-me como se eu fosse a única coisa que tu querias, e a única coisa que não consegues ter .
11.21.2010
Disappear
Pouso os óculos sobre a mesa de cabeceira e retiro o véu de nitidez ao mundo. Deixei de ver cada traço perfeitamente delineado separando dois materiais divergentes e tudo se tornou uma mistura imperfeita fascinante. uma palete de cores inimagináveis. era uma autêntica pintura a óleo esborratada. propositadamente.
e é na imperfeição que se consegue distinguir tudo aquilo que está deslocado do seu ambiente. não pertence. é intruso. um intruso silencioso que se vai entrelaçando naquele que nunca foi o seu sítio e aprende a viver nele.
Somos todos frutos da imperfeição do Universo. ele próprio é imperfeito e não tenta ser mais que isso. não existe um termo correcto e concreto de perfeição. ela própria não existe. é uma palavra sem fundamento, sem significado. desgraçada dela, existe sem finalidade alguma. esforçamo-nos para sermos perfeitos. somos julgados por não o sermos. somos julgados por quem também não o é.
Olhamos o nosso reflexo no espelho e vemos um ser imperfeito. que a muita gente chega a enojar. sentem desilusão. desprezo. querem ser aquilo que não são. Infelizes que sonham ser felizes. nunca pensam alcançar esse seu sonho. limitam-se à triste realidade. Têm a noção de que não são mais do que realmente são. e não trabalham para ser aquilo que querem. são seres dispensáveis. não fazem falta. eles não sentem a minha falta; eu também não sinto a deles.
Sometimes we just need to stop everithing, breath slow, and go on with our normal lifes.
11.12.2010
Caros leitores (;
Vim também comunicar, que a partir de agora, e mesmo antes, começarei a escrever todos os textos com títulos, de músicas. As quais para mim têm um grande significado e a música e a letra, inclusive, é muito importante para certos factos da minha vida.
No fim de cada texto,como rodapé, há-de vir o nome da música, o nome dessa banda/cantor e talvez uma referência no youtube para quem queira ouvir essa música que inspirou o texto.
Não me esqueço, com isto tudo, de agradecer a todos os que frequentam o meu blog assiduamente e leêm os meus textos com prazer.
Muito obrigada, Matilde de Sousa Outeiro (:
11.01.2010
Where the streets have no name / Please, don't stop the rain
E vagueando pelas ruas, despovoadas de multidão, encontro-me, olho em redor e percebo que foi aqui que tudo começou.
Um flashback de atordoadoras memórias passa-me à frente dos olhos, desprovendo-me de visão realista e concisa em que me possa fiar sem me deixar levar pelo passado que decorreu nestas ruas isoladas do mundo exterior.
O céu, cinzento, torna tudo pálido, cheio de sombras escuridão, os candeeiros da rua estão acesos, mas nenhum ilumina o caminho pelo qual eu quero seguir ; nenhum aponta para a decisão acertada entre dois caminhos que foram bifurcados pela estrada principal ; nenhum me guia e liberta a minha visão das memórias assombrosas de que eu me recordo sem me conseguir livrar de nenhuma .
A chuva cai, e molha o piso tornando-o escorregadio e perigoso de andar por cima dele . As gotas de água escorrem-me pela cara abaixo, misturando-se com as lágrimas que havia derramado ali, desde há muito tempo, cada vez que passava nesse sítio .
Dizem que "o futuro é a prova de que o passado valeu a pena" . E eu pergunto-me o que é que será de mim e do meu futuro tendo um passado deturpado pela mágoa de um amor falso e ingrato, onde eu dei o meu coração e mo retribuíram amachucado e intragável .
O que o fiz ? Enterrei-o, para que alguém decente, com coragem, disposta a dar-me também o seu coração, o desenterre e o volte a pôr nos eixos, para que mo possa devolver ainda mais bem tratado .
Onde o enterrei ? Aqui, neste preciso lugar, onde prometi deixar para trás o passado, e começar do zero .
Porque o fiz ? Fi-lo por não aguentar mais ter os olhos secos, já sem brilho, por tu mo teres roubado .
Where the streets have no name - U2
Please don't stop the rain - James Morrison
10.30.2010
Wake me up when September ends
Acordo com a batida ritmada e leve de pequenas gotas de àgua a caírem para o chão, vindas do céu, pintado em tons neutros de cinzentos monótonos e brancos sujos. Aconchego-me nos lençois já quentes, para não sentir o frio da madrugada a entrar por todos os oríficos e brechas que hajam, e para manter o quentinho da noite sempre comigo e nunca o deixar sair daqui.
Tomo consciência de que o Verão, já não volta mais este ano, que as tardes quentes de Sol sorridente e noites abafadas e o céu banhado de pequenas e cintilantes estrelas, já foram, e delas, agora, já só me resta memórias, que se vão esbatendo com o tempo, mas que a cada vez que me relembro sinto o calor dos dias de Agosto a inundar o meu corpo e logo me aqueço e esqueço o frio. Nunca conseguindo esconder um sorriso de saudades.
Meio de Setembro, Outubro, tenho imensas saudades do Sol, e da sensação reconfortante da água da praia num dia quente. Mas agora, posso sentir o cheiro da chuva depois de um dia cinzento, posso olhar para o céu e ver a nuvens descarregar toda a àgua acumulada em nós, posso sentir os pingos de água no meu cabelo até ficar encharcado e começar a jorrar àgua, já posso sentir o frio bem perto de mim sem o calor me abandonar. Já posso usar a desculpa do "tenho frio" e tu abraças-te a mim para me aquecer.
É disso que também gosto, gosto do quentinho que me fazes sentir logo que te vejo, e esboço o maior sorriso de todos, para que nos esqueçamos da chuva e eu possa ver o meu próprio sol nos teus olhos ou no teu sorriso.
Quero gritar ao Tempo "passa, passa rápido, para nos dias gelados dos meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevreiro eu possa encotrar o quentinho no meio do frio!"
10.22.2010
10.02.2010
Porque eu tenho saudades tuas...

Não sei a quantidade exacta de lágrimas que irei derramar. Não sei a quantidade exacta de pensamentos infelizes derivados da saudade iram invadir a minha linha de pensamento. Não sei a quantidade de tempo que iremos estar separadas nem a quantidade de tempo que iremos estar juntas.
8.31.2010
It's not the same.

Eu vi, vi tudo. Vi o Céu tingir-se de rosa no crepúsculo eminente da tarde, para acabar com o dia e dar espaço à noite de luar que se seguia. Vi, vi a Lua atingir o seu auge na noite escura, onde apenas as esrelas, e ela própria tinham espaço no céu, para se deixarem estar lá para todos venerarem a sua beleza brilhante.
Vi a tua beleza debaixo da luz do luar, tornou-te uma pessoa pálida, olhei bem dentro dos teus olhos e vi o reflexo da lua no teu olhar, a tua beleza exótica tornou-se a misteriosa e talvez ainda mais interessante.
De certo modo acho-te fascinante. És aquele ser que faz sofrer as pessoas mas sofre com isso, mesmo sabendo como te faz sentir continuas. Parece que tens alguma coisa a provar a ti próprio, ou talvez sejas apenas masoquista e que te sintas bem a magoar-te a ti e aos outros. Para te compreender é preciso estudar uma ciência complicada que parece ter sido criada apenas para ti. Dispensei dias e dias, semanas e semanas, meses e meses, a tentar compreender essa tua ciência. Sabia que nunca iria conseguir compreender-te mas era isso que me cativava em ti. Eras tão reservado, tão preocupado e cauteloso, e essa tua ciência tinha as mais difíceis equações, mas ficava fascinada com tamanha dificuldade e tentava sempre fazer mais algumas coisas.
Mas depois essa tua ciência foi-se desvanecendo, perdeste todo o teu encanto, olhava para ti mas já não via nada de fascinante no teu sorriso que se revelou apenas vulgar. Olhava para ti e para outra pessoa qualquer e via as mesmas semelhanças, era sempre tudo igual.
O teu sorriso deixou de brilhar, os teus olhos parece que ficaram baços, sem qualquer sinal de um pequeno reflexo do luar imponente da noite.
Deixei de ver o céu tingir-se de rosa no crepúsculo eminente da tarde, para acabar com o dia e dar espaço à noite de luar que se seguia. Vi, vi a Lua atingir o seu auge na noite escura, onde apenas as esrelas, e ela própria tinham espaço no céu, para se deixarem estar lá para todos venerarem a sua beleza brilhante. Deixei de ver a tua beleza debaixo da luz do luar, agora tornava-te uma pessoa pálida, e olhava bem dentro dos teus olhos e já não me encontrava a mim, como tantas vezes me encontrei, já nem te encontrava a ti, o rapaz fascinante pelo qual me apaixonei e pensava que era para sempre. Deixei de ver o reflexo da lua no teu olhar, a tua beleza exótica tornou-se a misteriosa e talvez ainda mais interessante.
De todo o modo, passaste de fascinante, a apenas vulgar e desinterassante.
8.30.2010
Abismo.

A dança repetitiva que faço com a mão apenas resume todos os sentimentos, indecisões, falhanços, vitórias, e tudo a um simples abismo sem fundo. Não se vê nada dentro dele, talvez seja pelo nevoeiro, talvez pela profundidade dele ou talvez seja apenas por não conter nada lá dentro, preto é a ausência de cor, e é bem provável que o abismo sem fundo seja a ausência de tudo.
Dentro de mim está um abismo, como o do desenho, não tem cor, não tem fundo,não tem nada. Dentro de mim apenas corre sangue pelos vasos sanguíneos, sangue quente, correm fluídos corporais essenciais para a vida humana.
Mas dentro de mim, aquele dentro, que é o fundo, onde não há nada, a não ser pensamentos, sentimentos, e o nosso EU mais genuíno, acaba por não ter nada, acaba por ter tudo e esse tudo ser tanto que se junta tudo e forma o nada, o nada que ocupado todo esse meu interior, esse meu dentro opaco e vazio.
Um dia hei-de fazer uma expedição a essa minha parte misteriosa e oculta, mas por enquanto ainda tenho de preparar tudo,principalmente preparar-me a mim.
8.27.2010
Liberdade ou Prisão?
Seguindo esta ideia nunca seremos verdadeiramente livres, nunca.
A liberdade acaba por se revelar o quê afinal? Poder voar sem ter asas? ; Poder fugir encarcerado numa prisão? ; Poder gritar sem ninguém ouvir? ; Poder morrer sem nunca deixar de viver?
É a isso que chamam "liberdade"? À imaginação das pessoas, à nossa bolha invísivel que ninguém pode ultrapassar sem a nossa autorização, à privacidade que existe na nossa mente?
E a liberdade de sermos livres fisicamente, não dar explicações a ninguém, fugir e dar a volta ao mundo sem preocupações, sem medos, sem nada que nos atrapalhe.
realmente apenas deve existir uma liberdade "semi-verdadeira" : aquela que existe apenas na nossa mente, nem é liberdade é só privacidade.
Então ficamos mais uma vez na dúvida: será que há mesmo uma coisa de que muitos falam mas nenhuns vivem, a que chamam "Liberdade"?
Nunca ninguém está livre, de medos, inseguranças, preocupações, fardos e tudo mais.
8.26.2010
Sociedade?
Ensinam a não mentir, e a dizer a verdade, mas quem não mente? Mais hipócrisia.
8.11.2010
Don't runaway
À espera não de ti, mas das respostas que levaste contigo quando partiste, das respostas para as mil e umas perguntas organizadas pela ordem da desorganização que criaste na minha mente e criarias na mente de qualquer outra pessoa.
Ainda me lembro da última coisa que te disse antes de desapareceres: "Don't runaway!". E o que é que fizeste? Fugiste. Fugiste e deixaste-me na ignorância, sem ter as respostas das quais tanto preciso.
Mas sabes, quando decidires voltar, estás à vontade, simplesmente não me dirijas a palavra enquanto não tens as respostas que te ando a pedir desde a tua fuga.